
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Hoje enquanto dirigia, estive pensando neste ato que se torna mecânico com o passar do tempo (Denise Roque - Psicopedagoga)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Psicólogos do Trânsito (http://psicologosdotransito.org/)

sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Reprovação nos Exames de Rua e Legislação é Maior em Minas Gerais

Na prova teórica, desempenho de candidatos do Estado é ainda pior. A aprovação de pelo menos 60% dos alunos passou a ser pré-requisito para que as autoescolas consigam renovar o credenciamento junto ao Detran.
Fonte: O Tempo Online - 16/9/2010
Dados divulgados pelo Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) mostram que as autoescolas terão grande dificuldade de cumprir a meta de aprovar o mínimo de 60% dos alunos nos exames de direção e legislação. Nada menos que 58% dos candidatos foram reprovados no teste de direção em 2009. O número é alto se comparado às estatísticas de Estados vizinhos, no mesmo período. No Espírito Santo, por exemplo, 45% dos candidatos foram reprovados nas provas de rua, enquanto no Rio de Janeiro o índice é ainda menor: 42,5%.
No exame teórico (prova de legislação), a reprovação em Minas em 2009 foi quase o dobro da registrada no Espírito Santo, sendo 41% e 22%, respectivamente. O Rio de Janeiro não informou os dados.
A aprovação de pelo menos 60% dos alunos passou a ser pré-requisito para que as autoescolas consigam renovar o credenciamento junto ao Detran. Ontem, após reunião com o Sindicato dos Proprietários de Centro de Formação de Condutores de Minas Gerais (Sipro-CFC-MG), o delegado Anderson França, do Detran-MG, disse que a melhor saída para o problema é a diminuição da meta.
Porém, caso a proposta não seja aceita pelo Denatran, outra solução apontada por ele seria o aumento da carga horária mínima nas aulas de direção (atualmente são exigidas 20 horas/aula para que o candidato possa realizar o exame de rua).
"Ou se diminui a meta ou se aumentam as aulas de direção. O que não dá é para aceitar a situação como está. As autoescolas não vão conseguir atingir os 60%", disse o delegado, que em novembro terá uma reunião com técnicos do Denatran, em Brasília, quando apresentará a proposta.
O presidente do Sipro-CFC-MG, Rodrigo Fabiano da Silva, disse que as causas do alto índice de reprovação em Minas são a defasagem na metodologia do processo de tirar a carteira e a rigidez dos examinadores. Aliado a isso, ele aponta as atitudes corruptas de alguns profissionais envolvidos no processo de concessão de habilitação também como fator de reprovação. "Tinham que reformular todo o processo de habilitação e não cobrar das autoescolas metas impossíveis", afirmou.
Postura de fiscais incomoda
A sargento da Aeronáutica Gisele Santos Fonseca, 24, precisou se submeter a dois exames de direção para conseguir tirar a carteira de motorista, após uma reprovação. Em ambos, ficou nervosa, o que “atrapalhou um pouco”. Porém, a postura dos examinadores na primeira prova foi determinante para o resultado negativo, segundo a jovem.
“Achei que os examinadores me pressionaram muito durante o exame. Eles comentavam tudo o que eu fazia, o que me deixou mais nervosa ainda. Eles foram altamente críticos comigo dentro do carro e acredito que isso foi para me prejudicar”, contou.
Para Gisele, deveria haver um padrão na postura desses profissionais com os candidatos. “Não existe um padrão de avaliação dos examinadores. Uns são legais, outros são sem educação e muito críticos. Eles deveriam ter o mesmo padrão de postura para não parecer que estão favorecendo uns e prejudicando outros”, sugere.
A dona de casa Adriana Ferreira, 25, que também passou apenas no segundo exame, disse que se sentiu intimidada pelos examinadores no segundo exame. “Apesar de eu ter passado, fiquei receosa com os examinadores. Eles quase não me olharam na cara e não conversaram comigo. Eram muito sérios”, disse.
Fonte: http://www.ultimasnoticias.inf.br/?pg=8&id_busca=11645
domingo, 20 de junho de 2010
Extraído do livro de Gloria Kalil “B-Chic”

Extraído do livro de Gloria Kalil “B-Chic”
Mãe no volante:
Mulher ao volante todo mundo sabe, é sinal de trânsito melhor, menos brigas, menos cortadas, menos imprudências, menos acidentes. Mas mãe ao volante é outra coisa! Mãe acha que pode tudo, que vale tudo na hora de buscar seus anjinhos na escola.
Será mesmo?
Aparência conta, sim:
- Ok. Você tem de acordar cedo, preparar o café, despertar as crianças e ainda levá-las para a escola. Esse monte de afazeres logo de madrugada pode significar uma bela (ou, melhor, horrível) derrapada no visual. Imagine se, no trajeto, você for obrigada a descer do carro (o pneu pode furar ou alguém dar aquela encostadinha atrás). Por isso:
1 - Coloque uma roupa que possa ser vista e não dê vexame de pijamas com uma capa por cima.
2 - Olhe-se no espelho antes de sair de casa com as crianças. Lavar o rosto, passar uma escova no cabelo e um batonzinho na boca não custa nada.
E se encontrar um vizinho na garagem, vai dar graças a Deus de ter perdido alguns segundos nessas tarefas.
Pronto. Você chegou à escola e tem de enfrentar aquela fila interminável de carros:
1 - Reflita antes de cair na tentação de parar em fila dupla. Se você estivesse atrás, super atrasada para o trabalho, não iria gostar nada desta situação...
2 - Acomode a mochila das crianças de forma a não perder tempo na chegada.
No seu, no dos outros
Se não é você que leva o seu filho para a escola, dê algumas noções básicas de comportamento para ele desde cedo. Coisas que ele não pode fazer no seu carro e nem no dos outros:
1 - Gritar, fazer birra, bater no amigo. Comer, deixar migalhas espalhadas pelo banco são atitudes abomináveis em qualquer lugar.
2 - Ensine desde criança, que cinto de segurança não é para ficar escondido. No banco de trás também é obrigatório e salva vidas. Entrou, sentou, afivelou.
Etiqueta:
Se existe buzina, por que é falta de educação buzinar?
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa!
A buzina é um recurso que serve de alerta para algumas ocasiões (não atropelar pedestres distraídos, por exemplo). O que não é possível é usá-la à toa. Colocar a mão, na porta do prédio, só pra avisar que chegou, é muita folga. Ou, pior ainda, usar buzinas com sons absurdos, como hino do time, cacarejar de galinha e por aí vai.
Como é a melhor forma de levar cachorro no carro?
Há algumas cestinhas específicas para animais ou redes que dividem o porta-malas da cabine. Mas, na maioria das vezes, o que se vê é o cachorro livre, leve e solto passeando de um lado para o outro, espalhado pelo banco ou no colo do passageiro (e, meu Deus, até do motorista). Resultado, pêlos por todos os cantos. Ninguém merece entrar no carro e sair com a blusa toda salpicada de branco, de preto ou de marrom. Por isso, um aspirador, vai bem obrigada!
Fumar ou não fumar dentro do carro?
Não e pronto. Mas, se você é o dono do carro e fuma não tem moral alguma para não permitir que outros façam o mesmo. Se você não fuma e detesta que o façam, seja bem claro e diga logo ao seu passageiro que não gosta do cheiro e da fumaça.
Extraído do livro de Gloria Kalil “B-Chic”
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Gloria Kalil - Etiqueta Urbana ''Educação no Trânsito''
Todos os direitos reservados a Rede Globo de Televisão. Fonte: YouTube
domingo, 2 de maio de 2010
Simulador de Direção
Em alguns paises é comum as auto-escolas terem simuladores de direção tanto para motos, carros e caminhões.
Em São Paulo, chegou um simulador de caminhões, que está rodando o estado levando o “vídeo game” para empresas interessadas. No simulador, o motorista tem a mesma sensação de está dirigindo um caminhão, mas sem o risco de acontecer algum acidente de verdade.
O programador pode alterando as condições de pista, tempo e fluxo.
Adorei essa idéia e acho que deveria ser obrigado toda auto-escola ter um simulador. E ainda ser aplicado o teste tanto nas pessoas que estão tirando sua primeira habilitação, quanto as que estão renovando sua carta.
Pesquisando na internet achei um simulador muito bom. Ele não tem a opção português, mas vale a pena conferir! Pode escolher o tipo de veículo.
Para quem quiser baixar o programa CLIQUE AQUI!
O ideal é ter um volante e um câmbio, mas dá para praticar pelo teclado.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Ainda, em trânsito

Ainda, em trânsito
17 Novembro 2007 às 16:59
As pessoas agem como se estar no trânsito fosse uma condição com o qual a gente já nasce e não precisa aprender, aprimorar e respeitar. Principalmente, os outros, claro! Nas ruas o que a gente mais vê é o que não deve ser feito; os motoqueiros são campeões – me desculpem os que são exceção à regra - mas parece que eles estudaram o manual pra fazer exatamente tudo que não é permitido. Quando acho um que respeita o trânsito, os pedestres, ou condutores e outros motoqueiros, fico querendo dar sinal pra ele encostar e me dar e-mail ou telefone. Pra mandar flores e parabéns! Aí eu penso: será que só eu é que estou vendo porque estudei o manual? Pode ser.
De qualquer forma, uma das coisas curiosas que estudei foi o comportamento dos motoristas – a tipologia. E´engraçado como sem querer, a gente vai se lembrando de alguém que já conhecemos – e somos os últimos a ser reconhecidos, evidente ! Divulgo aqui, para o leitor prestar atenção no que vai encontrar em trânsito... e ficar esperto!
Condutor Ansioso – caracterizado pela falta de concentração;
Condutor Angustiado – também possui falta de concentração e se sente desconfortável, tornando-se um risco no trânsito;
Condutor Frustrado – compensa suas decepções ao volante com atitudes agressivas e intolerantes;
Condutor Medroso – representa um risco se não for capaz de reagir normalmente diante de adversidades, mas pode ser positivo se possibilitar ao indivíduo a avaliação e gerenciamento dos riscos;
Condutor com Raiva – reage de forma insensata, perigosa, exagerada e descontrolada;
Condutor Egoísta – incapaz de qualquer gentileza ou cortesia (devido a auto-valorização), cria problemas no trânsito por não ter a capacidade de compartilhar adequadamente o espaço;
Condutor Inseguro – procura compensar sua insegurança realizando demonstrações de perícia;
Condutor Competitivo – encara o trânsito como local de competição, apesar deste ser totalmente inadequado para esta prática;
Condutor Agressivo – não tem dimensão dos riscos e conseqüências de seus atos, o que leva à imprudência e ocasiona acidentes graves;
Condutor Hostil – além de intolerante, costuma discutir e ser agressivo;
Condutor Eufórico – sujeito a variações de humor (“explosão de alegria”) provenientes de alterações hormonais, drogas, bebidas alcoólicas ou emoções fortes, costuma envolver-se em acidentes devido à imprudência e perda da concentração;
Condutor Introvertido – voltado para seu mundo interior, costuma cometer erros freqüentemente;
Condutor Impulsivo – geralmente não reflete sobre suas ações, o que o torna potencialmente um perigo que combina irresponsabilidade, imprudência e inconseqüência;
Condutor Passivo – não costuma assumir a responsabilidade em situações de trânsito;
Condutor Distraído – tem a atenção desviada por elementos como a música, conversa, objetos, etc. e pode expor-se desnecessariamente a riscos;
Condutor Apressado – está sempre atrasado e comete imprudências para ganhar tempo;
Condutor Pessimista – reage lentamente ou de forma inadequada, pois não tem ânimo e energia, podendo ocasionar vários acidentes;
Condutor Deprimido – caracterizado pela incapacidade emocional e tendência autodestrutiva pode envolver-se ou causar acidentes graves.
E o manual ainda diz: “É possível se encaixar ocasionalmente em um destes perfis. Por isso, é primordial procurar identificar esses comportamentos (pessoalmente e em outros condutores) para desenvolver estratégias mais responsáveis e assumir uma postura consciente e de maturidade.”
E todos esses aí, multiplicados por milhares, estão aí, comigo e com você, em trânsito. De agora em diante, ao ser vítima de um deles em vez de você se danar e perder a cabeça e a paciência, classifique o tipo e redobre a atenção (como aconselha o manual!) pra não agir igualzinho!