Fonte: http://www.senado.gov.br/portaldoservidor/jornal/Jornal124/utilidade_dicas_mulheres.aspx
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Conselhos de uma Delegada
Fonte: http://www.senado.gov.br/portaldoservidor/jornal/Jornal124/utilidade_dicas_mulheres.aspx
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Pânico: Como superar os medos, as fobias e a ansiedade

quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Carona profissional nunca mais
Carona profissional nunca mais
Somente aos 40 anos, Jonny Damasceno enfrentou seu medo do volante. Ele conta como venceu uma neurose que lhe impedia de dirigir
Bia Amorim, iG Rio de Janeiro | 19/08/2010 10:30
Ele se considerava o carona profissional. Depois de bater o carro de um amigo aos 18 anos, na saída de uma balada, o gestor de Tecnologia da Informação Jonny Damasceno ficou se questionando se dirigir era mesmo tarefa para ele. Ficou muito tempo com a carteira no bolso e o carro na garagem. Com quase 40 anos e esta “falha” no currículo, tomou coragem para mudar a situação. “Eu era um cara bem-sucedido profissionalmente, mas não conseguia me sentir bem ao volante e isso me incomodava. Não existia aquele grande desafio na vida a ser superado, que não fosse esse. Então achei que era hora de mudar.” A decisão o levou a procurar a clínica-escola Cecília Bellina. Dez meses depois o tal carona deu lugar a um seguro motorista, dono de uma EcoSport. “Sei que demorei para terminar o curso, mas o mais legal do método é o respeito ao tempo de cada aluno”, contou. E foi lá, na filial da Tijuca, zona norte do Rio, que ele deu a entrevista a seguir:
Aprovado no curso, o gestor de TI Jonny Damasceno brinca com o instrutor pedagógico Willian Queiroz, que o ajudou a perder o medo do trânsito
iG: Como você acha que surgiu o medo de dirigir?
Jonny: Na adolescência, a turma do bairro tinha o sonho de tirar carteira e ter seu próprio carro. Na minha época era muito fácil ter uma habilitação, mas não tive condições de comprar o meu. A primeira vez que peguei o carro de um amigo bati e rolou um trauma. Fiquei me perguntando se não era para ficar no banco do carona. O carro foi ficando em segundo plano, principalmente quando as minhas irmãs começaram a tirar carteira e dirigir para mim.
iG: As mulheres dirigiam para você?
Jonny: Sim, minhas irmãs e até as namoradas, que sempre tiveram carro. Com 27 anos me casei e a minha mulher passou a guiar o carro para mim. Virei o carona eterno e para mim era o melhor dos mundos. Só quando me separei, dois anos depois, é que comecei a sentir falta de dirigir. Com 38 anos apenas é que tomei coragem e comprei o meu primeiro carro. Não dirigia porque não tinha prática, mas achava na minha cabeça que a hora que eu quisesse era só sentar e sair dirigindo.
iG: Você se aventurou a dirigir esse carro alguma vez?
Jonny: Sentava no carro e andava um pouquinho e já sentia o maior desconforto. Começava a suar e tinha taquicardia. Meu medo sempre foi o de machucar alguém, não era o de bater com o carro. Mas bati com esse também, foi traumático e decidi que não queria mais.
Jonny tirou a Carteira Nacional de Habilitação aos 18 anos, mas só aos 40 tomou coragem e enfrentou de vez a fobia ao volante
iG: E nesse tempo todo você não sofreu preconceito?
Jonny: Costumo dizer que o que é bom a gente mostra e o que é ruim, esconde. Quando alguém me perguntava se eu dirigia, eu mostrava a minha habilitação. Eu dizia que preferia ser carona e nos últimos tempos estava botando a desculpa na Lei Seca, um artifício para me proteger e não ficar por baixo.
iG: Quando a história começou a mudar?
Jonny: Quando fiz 40 anos me bateu aquela coisa de estar para completar uma idade emblemática e ter esse desafio pela frente. Às vezes estava em casa no final de semana e não tinha a chance de pegar o carro e passear, sair por aí, como todo mundo faz. Minha rotina era esticar o dedo e pegar o táxi. Minha mãe me mostrou um recorte de jornal falando da clínica-escola Cecília Bellina, mas não acreditei que pudesse dar certo porque é difícil admitir o medo. Essa coisa de psicólogo, de precisar contar os meus problemas para alguém que não conheço e assim resolver a questão nunca me pareceu uma solução cabível. É muito mais fácil a mulher buscar por essa ajuda porque tem um lado mais sensível, de se abrir, homem não: vai para o bar, enche a cara e desabafa com amigo.
iG: Como foi o processo?
Jonny: Cheguei cético. Fiz o treino prático, o processo de adaptação com carro, que é bem bacana. Porque na auto-escola comum os instrutores não estão nem aí para você, só te ensinam a malandragem de olhar para os cones para fazer a prova. Fiz a terapia de grupo, com certa reticência, até aceitar. Tentei me boicotar, mas percebi que ou enfrentava a questão ou dormia com o fato de que dirigir não era para mim. O homem tem em si seu pior e maior inimigo, se você coloca na sua cabeça que não consegue, não tem ninguém que vá fazer o contrário. Usei o slogan da campanha do Obama: “Yes, We Can”. Demorei 10 meses, mas consegui ter a naturalidade para dirigir com segurança.
Jonny mostra, orgulhoso, a foto do dia da conclusão do curso, que durou 10 meses, no "Mural da Vitória" onde alunos registram seus êxitos
iG: Durante o aprendizado percebeu alguma característica diferente em você?
Jonny: No grupo em que eu estava, a gente percebeu que a maior característica que nos unia era a visão muito perfeccionista da vida. O meu grupo era formado por pessoas de nível, com bons empregos, boa situação financeira, todos bem relacionados e que gostavam de tudo tão perfeito que não se viam na posição de serem prejulgados por outras pessoas na rua. Pensava que se fizesse alguma besteira, alguém ia cravar a mão na buzina e ficar falando de mim o resto do dia. Uma falha demonstrada no trânsito para mim era como dizer que eu era incompetente.
iG: E agora, como se sente?
Jonny: Hoje a minha vida mudou da água para o vinho. Quando entrei aqui, meu carro estava com a minha irmã. No meio do curso disse para ela: perdeu! Eu fiquei tão feliz, que decidi comprar um carro novo. Já fiz algumas pequenas viagens e estou planejando ir com a família do Rio para a Bahia dirigindo. Agora não é mais uma questão de medo, mas de tempo para colocar o sonho em prática.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/carona+profissional+nunca+mais/n1237752466668.html
Homens buscam clínicas-escolas para perder medo de dirigir
Homens buscam clínicas-escolas para perder medo de dirigir
Apesar da maioria ainda ser de mulheres, homens procuram ajuda de especialistas para encarar o volante
Bia Amorim, iG Rio de Janeiro | 19/08/2010 10:30
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Pernas bambas, mãos úmidas, boca seca na hora de manobrar o carro em uma vaga “minúscula” ou quando o tráfego para justamente no meio de uma ladeira. Até os motoristas mais experientes já passaram por essas sensações incômodas quando começaram a se lançar ao trânsito. O problema é que existem aqueles que não perdem os sintomas com o tempo e chegam a desistir de dirigir, mesmo depois de conquistar a habilitação. As causas vão além do simples trauma. É o que atesta a psicóloga Cecília Bellina, dona de uma rede de clínicas-escolas no Rio, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo e que há 15 anos desenvolveu um método que já levou mais de 20 mil motoristas de volta para as rodovias. "Normalmente, são pessoas que exigem muito de si mesmas e acabam desistindo de dirigir diante dos primeiros erros", explica.
Apesar de 85% dos alunos serem do sexo feminino, homens também buscam ajuda especializada para perder o medo de dirigir
Os departamentos de trânsito não possuem levantamento das pessoas que sofrem do transtorno. Porém, segundo pesquisa feita pelo empresário Cícero José Vieira Barros, dono da clínica-escola Dirigindo Bem – que existe há 10 anos e está presente em mais de sete Estados brasileiros -, cerca de 90% das pessoas que procuram por ajuda especializada são mulheres. Porém, essa realidade está mudando nos últimos tempos e os homens começaram a romper a barreira do preconceito e passaram a buscar ajuda. “As dificuldades são as mesmas para ambos os sexos. Só que a mulher, quando tem um problema, procura logo por ajuda especializada. O homem tem vergonha de mostrar suas fragilidades e busca o apoio nos amigos ou se arrisca e bate”, garante Cícero.
E foi justamente por querer evitar traumas maiores que o engenheiro José Ferreira, de 30 anos, procurou por uma clínica-escola. Aos 18 anos, ele tirou a sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Sem condições de comprar um carro naquela época, esperou mais tempo do que imaginava para voltar a guiar. Quando teve condições de ter o volante nas mãos, se viu inseguro em ganhar as ruas. “Quando comprei um carro, já havia perdido a prática. O automóvel é uma arma em mãos despreparadas e, por isso, me sentia muito ansioso de voltar a dirigir por conta própria”, diz ele, que garante que foi alvo de preconceitos. “As pessoas mexiam muito comigo pelo fato de eu não dirigir e tem gente que deixa até de te conhecer por isso. Infelizmente vivemos em uma sociedade machista”, completa José.
Ao volante, o aluno José Ferreira, de 30 anos, conta suas limitações à psicóloga Cláudia Machado, durante a aula
A ideia do preconceito é corroborada pela psicóloga Cecília Bellina. “Existem alunos que eu chamo de agentes secretos: nem suas companheiras sabem o grau de sua inabilidade. O medo de dirigir é algo que a maior parte das pessoas tem vergonha em assumir. Socialmente não é compreendido porque parece uma incapacidade. Quando elas fazem a terapia de grupo é que percebem que não estão sozinhas”, explica Cecília.
O transtorno não tem relação direta apenas com incidentes violentos, como batidas ou assaltos. Outros fatores têm levado as pessoas a procurar por ajuda especializada, como temperamento muito crítico e perfeccionista e a própria instituição de auto-escola. “A ideia da auto-escola é a aprovação do aluno e não a formação de um motorista. Haja vista a situação caótica do trânsito nas grandes cidades”, explica Cícero, que vem observando um novo fenômeno na sua clínica-escola. “Cerca de 10% dos homens que se matricularam nos últimos anos são garotos de 18 anos, que chegam indicados pelos pais, preocupados em oferecer uma melhor qualidade de direção a seus filhos”.
A terapia de grupo ajuda a reforçar os pontos positivos do processo de aprendizado, que pode durar de um a oito meses
O método das clínicas-escola é a terapia de enfrentamento. O paciente é entrevistado por um psicólogo, que busca saber a origem do trauma ou a razão da escolha pela ajuda especializada. Depois passa pela avaliação técnica com o instrutor pedagógico para seguir para o treino prático, que acontece simultaneamente à terapia de grupo ou individual (dependendo da instituição). É bom estar preparado para os gastos. Na Clínica Cecília Bellina, a média de tratamento é de oito meses e a mensalidade é de R$ 440. Já na Dirigindo Bem, se o aluno tem disponibilidade de tempo para se dedicar às aulas, ele pode voltar a dirigir em apenas um mês, com um investimento de R$ 500 a R$ 1200. “Fazemos uma pesquisa mês a mês com os formandos e temos um índice de 97% de êxito”, diz Cícero, da Dirigindo Bem. Então é só uma questão de investir, relaxar e acelerar.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Medo de Dirigir (Olga Tessari)

Medo de Dirigir
Texto publicado na Revista Corpo & Plástica
Ano III - Edição 15
Por Maria Beatriz SantAna
Na grande maioria dos casos, os medos no trânsito são semelhantes: medo de parar o carro na rampa, medo de deixar o carro morrer e bater no que está atrás, medo de trocar de pista, medo do comportamento de outros motoristas, enfim, medo de tudo o que está relacionado ao trânsito. Eu tenho verdadeiro terror de dirigir. Tenho medo de enfrentar os grande congestionamentos de São Paulo, tenho medo dos outros motoristas, principalmente aqueles que passam correndo ou que estão sempre fechando os outros.
Cheguei a tirar carta, só que nunca peguei no carro. Não consigo nem imaginar como é dirigir o carro sozinha, enfrentar o trânsito, ir ao supermercado, ter que estacionar... já começo a ter calafrios, conta a advogada M.R, de 44 anos.
O que muitos não imaginam é que a solução para essa fobia não está em mais aulas na auto-escola, mas sim no consultório de um bom profissional, que faça com que a pessoa perca o medo de dirigir. Em entrevista à revista Corpo & Plástica, a psicóloga e psicoterapeuta, Olga Inês Tessari, dá mais informações sobre essa fobia.
Corpo & Plástica: Por que algumas pessoas têm medo de dirigir? É uma doença?
Doutora Olga Inês Tessari: O medo de dirigir não é uma doença (no sentido médico), mas um medo irracional que vai se desenvolvendo com o tempo devido a alguns fatores comportamentais/familiares e está relacionado a um determinado perfil psicológico. Por isso a importância de se fazer um tratamento psicológico para vencer este medo.
C&P: É possível traçar um perfil dessas pessoas?
Doutora Olga: Sim. São pessoas com tendências perfeccionistas, com medo de errar, que temem a crítica do outro, são detalhistas e muito inteligentes, responsáveis e preocupadas com os outros. Em sua maioria, são pessoas bem sucedidas em seu trabalho e são muito ansiosas.
C&P: Em quem o medo é mais constante, nos homens ou nas mulheres?
Doutora Olga: As mulheres assumem melhor os seus medos, diferente dos homens que, em nossa cultura machista, não têm o direito de tê-lo, pois a cultura exige deles força e valentia, o que pressupõe a inexistência de medos (e se os tiver, que os resolva sozinho). Em conseqüência disto, a procura por tratamento no consultório é maior por parte delas (cerca de 90%), o que não significa que não haja homens com medo de dirigir(cerca de 10%); ultimamente a procura deles por tratamento tem aumentado.
C&P: Quais sintomas a pessoa apresenta ao ter que dirigir?
Doutora Olga: Os sintomas variam de pessoa para pessoa e também possuem vários graus de intensidade. Mas, em geral, a maioria deles apresenta os seguintes sintomas: taquicardia, palpitação, suores, tremores, falta de ar, enjôos, boca seca, sintomas de uma crise aguda de ansiedade! A pessoa concentra sua atenção nos sintomas físicos e procura fugir deles devido ao sofrimento que eles acarretam, daí a recusa e fuga de situações que a levem a dirigir e, conseqüentemente, as desculpas que ela costuma ter para não dirigir: é muito melhor ser passageiro que motorista, assim eu não me canso e aprecio melhor a paisagem, não preciso me preocupar em estacionar o carro, como passageiro eu não fico estressado com o trânsito, etc...
C&P: Existe tratamento? Como é desenvolvido?
Doutora Olga: O melhor tratamento para isso começa no consultório de psicologia. Algumas pessoas acreditam que aulas de treinamento em auto-escolas irão resolver o problema delas, muitas até fazem isso (tenho uma cliente que fez cerca de 100 aulas) e só percebem, depois de muito tempo, que isto não resolve, porque elas até sabem dirigir bem, tem o conhecimento, a prática, mas na verdade, é o medo que as impede de dirigir, e que só será resolvido com um tratamento psicológico. Há várias técnicas eficazes e rápidas para solucionar o problema e em geral, três meses, com uma sessão semanal, é o tempo suficiente para acabar com o medo de dirigir.
C&P: Há alguma diferença entre medo e fobia de trânsito?
Doutora Olga: A fobia é um medo persistente e excessivo de um lugar, objeto ou situação que de fato não é perigoso. Os pensamentos e crenças que a pessoa com medo de dirigir apresenta a respeito dos sintomas (são insuportáveis, nunca desaparecerão) assim como a atitude das outras pessoas à sua volta, fazendo por ela tarefas ou coisas que ela evita, ajudam a perpetuar o medo.
O que muitos não imaginam é que a solução para essa fobia não está em mais aulas na auto-escola, mas sim no consultório de um bom profissional que faça com que a pessoa perca o medo de dirigir.
Fonte: http://ajudaemocional.tripod.com/rep/id54.html
domingo, 18 de abril de 2010
Vença o Medo de Dirigir

Livro reúne casos e dicas práticas sobre a dificuldade em assumir o volante.
Publicado em 12/12/2008
O medo de dirigir surge, muitas vezes, sem explicação concreta. Há muita gente, mulheres na maioria, que nunca encostou num volante e, mesmo assim, sente calafrios só de pensar em assumir o banco do motorista. "Em geral, são pessoas que querem garantias de que tudo vai dar certo antes mesmo de fazer alguma coisa", afirma a psicóloga Neuza Corassa, autora do livro Vença o medo de dirigir (Editora Gente; 176 páginas). "Por ser uma pessoa que pensa bastante e faz tudo no nível do pensamento, ela coloca obstáculos que, na prática, não seriam tão grandes como se apresentam no imaginário".
O resultado? Dirigir deixa de ser algo possível, entrando para o terreno de atividades impossíveis. Na maioria dos casos, segundo a psicóloga, as vítimas desse tipo de problema só buscam depois de tentarem resolver o sufoco sozinha. Entre as medidas mais comuns, está a compra de um carro (como se ele pudesse forçar a prática ao volante, pedir socorro aos colegas. O comportamento, inclusive, deu origem à chamada Síndrome do carro na garagem, que aflige pessoas com habilitação, mas sem coragem sequer de ligar o veículo sem a companhia do instrutor.
Uma das pioneiras nos estudos sobre o medo de dirigir, Neuza Corassa apresenta uma série de dicas e técnicas que, testadas em consultório, já ajudaram muita gente a vencer as críticas e o sofrimento por não conseguir virar a chave e sair por aí. "Depois de perderem o medo, os pacientes deslancharam também em outras áreas, como a profissional e a dos relacionamentos afetivos", afirma a especialista.
Se você pertence ao grupo que sonha em ganhar independência, indo para qualquer lugar sem depender de ninguém ou de condução, saiba que se livrar dos pensamentos sabotadores sé o primeiro passo. A seguir, conheça alguns dos principais mitos que precisam ser derrubados se você deseja, realmente, assumir a direção.
1. Não tenho intimidade com o carro: a idéia de que o carro é um desconhecido serve como desculpa para muita gente evitar o volante. Mas se você não se aproximar dele, é impossível vencer o problema. É você quem comanda, ele serve de transporte , escreve a autora de Vença o medo de dirigir.
2. Tenho dificuldade de dividir espaço: estar no trânsito implica diálogo e respeito com outros motoristas e com os pedestres. Mas a prática também exige uma boa dose de iniciativa (para fazer ultrapassagens ou mudar de faixa, por exemplo). Se você não der seta, nenhum carro vai saber que você precisa virar à direita ou à esquerda. As normas também são as mesmas para todos: carros simples e sofisticados devem seguir os semáforos e obedecer às placas. Não há privilégios e, quando você entende isso, fica mais fácil ocupar o eu espaço sem invadir o do outro.
3. Dirigir é difícil: decorar comandos, conciliar os pés, olhar nos espelhos, ajustar os bancos... quando pensa em tudo que precisa fazer enquanto fica ao volante, você treme e não entende como tem gente que ainda consegue ouvir música e conversar ao mesmo tempo em que conduz. Seu desespero, no entanto, mascara a simplicidade dessa atividade. "Dirigir é simples porque é uma atividade composto de movimentos repetitivos: trocar as marchas, andar na faixa, recomeçar a cada parada no semáforo", afirma a psicóloga. Com a prática, todo esse circuito é automatizado e você nem pensa mais antes de agir.
4. Passei da idade e meus reflexos são mais lentos: para esta desculpa, a psicóloga é taxativa. "Não é porque você está numa faixa etária maior que terá dificuldade para dirigir. No que tange à capacidade de aprendizagem, a única diferença é a ousadia que o pessoal mais jovem apresenta".
5. Não sei nem andar de bicicleta, quem dirá dirigir: pense friamente: o que uma coisa tem a ver com a outra? Você deixa de usar o celular por que não joga videogame ou esquiva-se de andar porque não anda de patins? A desculpa é uma das mais estapafúrdias e não tem relação direta com o medo de dirigir. Há ótimos motoristas que nunca pedalaram e há quem pedale muito bem sem saber dirigir.
6. Tenho medo de que batam no meu carro: pensar o que passa pela cabeça das centenas de motoristas que cruzam seu caminho é tarefa impossível. Mas, numa olhadela rápida, você vai notar que todos são pessoas em trajeto de trabalho, levando crianças para a escola ou fazendo outras atividades do dia-a-dia, como você. Acidentes acontecem, mas não há como prevê-los ou achar que ficar em casa é a solução para se proteger deles.
7. Os congestionamentos me sufocam: perder a calma quando uma fila infinita de carros forma-se à sua frente está longe de ser uma reação estranha. Mesmo os motoristas mais experientes tema paciência esgotada. Dizer que isso é bom é mentira. Mas, como diz a psicóloga, você encara elevadores cheios e lojas superlotadas caso precise, certo? Então dê uma chance a si mesmo e veja como você lida com mais este teste.
Liquide a sabotagem
Além de mudar seu jeito de pensar, tome atitudes que vão acelerar sua intimidade com o volante.
Em vez de...
Esperar aprender feito mágica, treine a direção. Como numa aula de dança e de pintura, quanto mais prática, melhor o resultado.
Sonhar em aprender do dia para a noite, valorize cada conquista. Observe sua evolução nas ruas e, até mesmo, na garagem de casa.
Querer dirigir igual aos profissionais, contente-se em circular pela cidade no seu ritmo. Aos poucos tudo vai ficando mais fácil e você descobre que não necessidade de competição.
Aguardar que alguém ofereça o carro para você treinar, peça. Assuma responsabilidade por ele e não se cobre tanto. Deixar o carro morrer ou ter dificuldade nas ladeiras é mais do que normal. Desligue, comece de novo e, se for o caso, peça ajuda.
Achar que o carro transforma você em outra pessoa, seja você mesmo. Ignore as pressões externas e vá vencendo suas dificuldades no seu ritmo, mas sem abandonar seu objetivo.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/conteudo/4044-Venca-o-medo-de-dirigir.htm
Depoimentos

Estou valorizando todos os acertos, quaisquer que sejam os seus tamanhos. Hoje sei que posso ser um bom motorista sem precisar andar por aí munido de régua, esquadro e compasso. E o melhor de tudo, hoje não preciso inventar desculpas para fugir do medo de dirigir, eu o enfrento.
Não foi uma conquista fácil. O medo criava na minha mente uma série de fantasmas, com os quais eu não conseguia lidar. E o carro sempre estava lá disponível. Vontade de pegá-lo eu tinha, mas coragem não.
Agora sei que sou capaz de dirigir, como qualquer outra pessoa. Agora sei que não vou cair, mas se eu cair vou levantar. Aquele medo, aquele monstro enorme cheio de garras e de dentes não existe mais, ele se tornou menor, pequeno, fraco. Aprendi a encará-lo, enfrentá-lo e estou apreendendo a dar-lhe razão somente quando ele tiver razão.
Foram degraus de uma escada que precisei subir um a um. Cai e me desanimei várias vezes, é verdade. Teve momentos que pensei: “Não vou conseguir! Vou desistir!” E vejam só! Consegui! Que sensação boa! Não demorou tanto quanto eu pensava que demoraria.
Obrigado a todos que me ajudaram descobrir mais coisas sobre mim!"
J. C.
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"Medo de dirigir, medo de parar o carro na ladeira, ele recuar e bater no carro que está atrás, medo do carro morrer, achar que não será capaz de manobrar e estacionar o carro corretamente; medo de trocar de pista; medo de bater o próprio carro e causar um grave acidente; medo do comportamento imprevisto de outros motoristas (os imprudentes e os apressadinhos); medo de não saber agir se algo der errado; medo do que vão dizer as outras pessoas: “Barbeira”...
Sim, todos esses medos eu tinha, mas agora graças a Deus está resolvido, temos que enfrentar. Você enfrentado esse medo, aos poucos ele desaparece, temos que ter pensamentos positivos e coragem, pois é difícil, mas depois de tudo conquistado, você vai dizer: “Enfrentei e conquistei o que eu mais queria e precisava em minha vida”."
“Nunca esqueça”
Meta a gente busca
Caminho a gente encontra
Desafio a gente enfrenta
Vida a gente inventa
Saudade a gente mata
Sonho a gente realiza
F. L.
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"Enfim,
Consegui passar por mais uma etapa em minha vida;
Superar o medo de dirigir!
Não foi uma tarefa fácil.
Cheguei a pensar que não conseguiria, pois o medo faz a gente pensar: “Você não é capaz”.
Fiz propósitos e orações, fiz novenas...Levei alguns anos até que descobri que o melhor era aprender com um profissional especializado. Fio o começo da solução...
Hoje, voltei a dirigir, respeitando meu limite...Entretanto, no trânsito de maneira cautelosa...Percebendo que dirigir é mais do que guiar carro é vencer limites.
Notei que aquela imagem que eu tinha de correria desesperada dos motoristas querendo passar por cima do outro, já não existe mais.
Quando lembro que meu coração batia tão forte que parecia que iria arrebentar, sentia falta de ar, tremedeira nas pernas, suor excessivo e sentia que não conseguiria sair do lugar, eu sentia tanto medo!
Hoje me sinto como uma motorista comum, dentro dos meus limites naturais e sem paranóia de ter medo do ridículo e do parecer boba. No trânsito, aprendi que somos todos iguais nas nossas diferenças.
Aqui na auto-escola descobri que vencer o medo de dirigir não depende somente de força de vontade e sim de mudança de comportamento e é preciso se convencer de que isso acontece passo a passo e que não devemos permitir que a pressa atrapalhe. Aprendi que devemos ter calma paciência e a decidir pela mudança, por uma vida melhor.
O que um dia parecia impossível, agora se tornou inevitável. Estou dirigindo!"
S. P. F.
Fonte: http://delas.ig.com.br/materias/209501-210000/209570/209570_1.html
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Medo de Dirigir

Veja algumas técnicas que você pode usar para vencer o tal medo ao volante.
Frequentemente realize exercícios de respiração, inspire e expire o ar com muita calma, isso ajudará você a lidar melhor com sua ansiedade. Praticar exercícios físicos também é uma boa, já que se exercitando seu corpo libera endorfina, neutralizando a noradrenalina, substância que é responsável pela tremedeira na hora de dirigir. Uma atividade ideal é a ioga. Outra coisa é trabalhar a concentração, sempre que você se imaginar dirigindo, pense que tudo está correndo bem e condicione a sua mente a sempre pensar em coisas boas quando o assunto é dirigir. Pois, assim você vai acabar se convencendo disso, que não há nenhum perigo em dirigir, desde que você tenha cuidado e atenção. Para você se conscientizar que você é que tem o controle na hora de dirigir, entre no carro ai mesmo na sua garagem e dê a partida, faça pequenas manobras ai mesmo, sem sair da garagem.
Assim você vai ver que o carro não pode sair do seu controle, pois é você quem está no comando. Já quando decidir sair a rua dirija apenas em lugares pouco movimentados e mais conhecidos por você. À medida que sua confiança e segurança virem crescendo, vá expandindo o seu trajeto para lugares de mais movimento.
Garanto que com essas dicas em mais ou menos tempo você vai estar por ai até subindo ladeiras.
Fonte: http://www.guiadicasgratis.com/como-superar-o-medo-de-dirigir/
É possível superar o medo de dirigir?

No Brasil, 70% dos que apresentam essa dificuldade são mulheres
Publicado em 20/11/2007
No Distrito Federal, segundo o Detran-DF, o medo de dirigir deixou de ser um problema particular do motorista e tornou-se causa de acidentes graves na região. Atenta ao problema, a Diretoria de Educação do Detran-DF, em parceria com clínicas psicológicas da cidade, criou o curso de Iniciação à Superação do Medo de Dirigir, que abriu sua primeira turma neste mês de setembro. As aulas são voltadas para motoristas com habilitação, mas que não têm coragem de dirigir; quem tenta e não consegue passar nas provas de habilitação ou quem nem mesmo consegue iniciar o processo de obtenção da carteira de motorista.
Os medos em relação ao carro mais freqüentes são o de tirar o carro da garagem, subir ladeiras, estacionar, atropelar alguém, bater o carro... Por fim, o indivíduo acaba evitando o carro, até mesmo deixando de comprá-lo, apresentando várias desculpas para não dirigir. O medo de dirigir é comum na maioria das pessoas e faz parte do dia-a-dia de muita gente. Está associado aos transtornos de ansiedade que acabam provocando limitações, baixa auto-estima e dependência de outras pessoas, dificultando o enfrentamento de situações cotidianas do indivíduo.
Por que o medo surge?
Dentre os fatores relacionados ao aparecimento do medo de dirigir estão acidentes graves ou leves; a falta de autonomia financeira, pois quem não tem condições de ter um carro pode ficar inseguro em dirigir o carro de outrem; uma sensação de mal estar em relação a lugares fechados, o que também pode ser estendido ao carro; um desconforto em relação a situações externas, como por exemplo, um assalto, um seqüestro relâmpago.
Porém, a maior causa que leva uma pessoa a ter medo de dirigir está relacionada ao seu próprio tipo de personalidade, pois, o ato de dirigir acaba expondo o indivíduo às criticas e observações de outros. Hoje em dia, dirigir um veículo se tornou uma necessidade e o não dirigir promove uma discriminação pelo grupo social familiar e profissional em que o indivíduo vive. Aprender a guiar um carro é mais uma etapa das diversas aprendizagens que podemos ter durante a vida. É uma conquista que também simboliza independência. É poder, por assim dizer, se locomover de uma maneira mais rápida, chegar e sair dos lugares, sozinho ou acompanhado.
É possível superar este medo?
Para cada caso é possível um tratamento. A solução pode ser a realização de mais aulas de direção para um maior aperfeiçoamento ao dirigir, como também pode passar por sessões de psicoterapia, com o intuito de compreender melhor os processos psíquicos individuais que levam cada um a ter uma reação de desconforto perante a situação de guiar um carro. É possível superar esta fobia, trabalhando os aspectos emocionais e práticos ao mesmo tempo, através do resgate da auto-estima, da redução da ansiedade, ressaltando os aspectos positivos da personalidade deste motorista, levando-o ao auto-conhecimento.
Para enfrentar o medo de dirigir, é preciso:
Assumir o sentimento de medo, não sentindo vergonha, pois, este é um problema comum que é possível ser resolvido;
Sentir motivação para querer dirigir, enfrentando o problema;
Persistir e treinar, não encarar o carro como algo estranho a você.
Você já teve medo de dirigir? Como superou?
Adriana de Araújo é Psicóloga clínica e hipnoterapeuta ericksoniana.
Para saber mais, acesse: www.curadaalma.com.br
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Medo de Dirigir

O público mais atingido é de pessoas (na maior parte mulheres) com mais de 30 anos de idade e uma hipótese que levantei é de que indivíduos nesta faixa etária geralmente só começam a dirigir na auto-escola e não tiveram contato com o carro quando eram mais jovens, época em que não se tem muitas responsabilidades.
Geralmente são pessoas responsáveis, corretas, inteligentes e que são bem sucedidas naquilo que fazem, se cobram demais e não se permitem errar, e geralmente vão aprender a dirigir não porque querem mas porque precisam, seja pra levar os filhos na escola, a mãe no médico, por pressão dos outros, etc.
Então elas entram na auto-escola para aprender a dirigir, e aí começa a dor de cabeça. Tenho percebido que o que acontece é que não há uma preocupação por parte da maioria destes estabelecimentos de ensino em averiguar que tipo de aluno estão recebendo, o que seria útil para poderem planejar uma metodologia de ensino adequada para cada um. Geralmente o que acontece é que o ensino é muito rápido, estressante, frustrante e é passado como verdade pra elas que todo mundo se torna motorista com apenas algumas poucas aulas de direção.
Muitos alunos vão para o exame de direção, totalmente despreparados técnica e emocionalmente tendo que enfrentar uma cobrança enorme por parte da banca examinadora que permite uma margem muito pequena de erros. Em mais da metade dos casos isso acaba com uma reprovação e mais frustração.
Finalmente, por causa da imensa garra e perseverança que essas pessoas tem, elas conseguem passar no exame e tiram a tão sonhada carteira de motorista. Pena que a alegria dura pouco. Para a maioria agora é que o problema realmente começa. Elas percebem que apesar de ter a carteira, ainda não se sentem seguras pata enfrentar o trânsito sozinhas. Por causa da cobrança e pressão dos outros ou de si próprias elas começam então a enfrentá-lo assim mesmo e acabam por bater o carro ou passar por situações de muito estresse e/ou constrangimento. Com o tempo vão arrumando desculpas para não dirigir e se afastam completamente do carro. Isso gera muita frustração.
Ações se fazem necessárias para minimizar esse quadro. Em minha opinião ajudaria muito se as auto-escolas se preocupassem em conhecer melhor quem é o aluno que chega, através de um levantamento de informações pertinentes para promover a elaboração de um plano de ensino para este aluno em particular aprender a dirigir. Penso que além de preparar o aluno para passar no exame de direção, ele deveria ser preparado para se sentir seguro e com autonomia para continuar praticando depois de tirar a carteira de motorista.
Procurei traçar neste artigo um quadro geral do que tenho percebido, não sendo minha intenção indicar culpados e sim chamar a atenção para esta realidade, oferecendo sugestões de mudança e propostas de atuação e desde já, coloco-me à disposição de qualquer pessoa, empresa ou entidade interessada em conhecer melhor o meu trabalho.
Se você, que está lendo este texto, conhece alguém que está com problemas para dirigir mostre-o para a pessoa, para que a mesma possa se contextualizar e perceber que o problema não é só dela, e também para seus amigos e familiares para que entendam a questão e possam ajudar também.
Fonte: http://www.artigonal.com/saude-artigos/medo-de-dirigir-1363190.html
O que falta na preparação do futuro condutor?

O que será que está faltando no processo de preparação destes candidatos? Alguns pontos de vista podem ser levantados: falta de preparo dos instrutores, tempo muito curto dos cursos teóricos e práticos, critérios inadequados de avaliação nos testes teóricos e práticos, falta de educação de trânsito a longo prazo, entre outros.
Na notícia acima, um dos fatores enfatizados para que este número de reprovações esteja tão alto é a falta de preparo dos instrutores. Podemos dizer que os cursos que preparam os instrutores são, em sua maioria, muito curtos e existem até cursos à distância. Se fizéssemos uma avaliação criteriosa a respeito de regras de circulação, direção defensiva e legislação de trânsito com os instrutores em geral, poderíamos descobrir que muitos não têm informações e nem condições de atuarem como instrutores. Ouço muitas críticas a respeito da sua qualidade profissional, mas não podemos generalizar. Será que o instrutor é o único responsável por esta situação de reprovação?
Se o aluno está reprovando é porque não está aprendendo. Por que ele não está aprendendo? Neste caso há fatores relacionados ao instrutor, ao aluno, às condições de trabalho, ao tempo dos cursos, etc.
Será que o instrutor está sendo preparado adequadamente para ensinar uma pessoa a ser motorista? Ser motorista é muito mais do que saber “guiar o carro para passar nos testes”, mas implica em responsabilidades que vão além dos cuidados com a própria vida.
O instrutor foi preparado para lidar com as questões psicológicas do aprendiz, tais como comportamento impulsivo, medo de dirigir, insegurança, ansiedade, agressividade?
Como o instrutor é visto pela sociedade, como está a valorização desta profissão? O que se quer são bons profissionais, mas desde que custem pouco. Que contradição!
O profissional que ensina a dirigir deve ser muito bem preparado, pois instruir não é tarefa fácil, precisa ser levada com a maior seriedade e considerar o trânsito violento que o Brasil possui.
Por isso acredito ser fundamental cursos mais longos e de qualidade, defendo a reciclagem para instrutores, cursos de aperfeiçoamento em diversas áreas para que os mesmos não fiquem “parados no tempo”, que sua prática não caia na rotina, que os instrutores mais novos possam desenvolver-se profissionalmente adquirindo gradativamente mais conhecimento.
Este desafio poderia ser assumido pelos Detran’s pois são as instituições mais envolvidas com as questões do trânsito, desenvolvendo projetos de prevenção de acidentes e de educação de trânsito. A formação de qualidade dos instrutores e dos motoristas é uma questão de urgência e deve ser encarada com muito mais seriedade pelos órgãos legislativos e executivos de trânsito.
Fonte: http://www.blogdotransito.com.br/?p=276
quinta-feira, 25 de março de 2010
10 dicas práticas para você vencer o medo de dirigir (Neuza Corassa)

2) - Faça algum tipo de atividade física ou relaxamento muscular, para produzir endorfinas que irão neutralizar a química da ansiedade noradrenalina.
3) - Inicie uma aproximação com o carro dentro da garagem. Entre, ajuste o banco, sinta o espaço interno, ligue e desligue o carro.
4) - Ainda dentro da garagem, ligue o carro e faça pequenos movimentos para frente e para trás.
5) - De voltas no quarteirão em horários sem movimento. Procure ruas tranqüilas e que não tenham crianças.
6) - No começo, escolha um ou dois trajetos. Isto evitará ansiedade.
7) - Marque em sua agenda, pelo menos duas vezes por semana para praticar o exercício de dirigir. Esta prática deve ser considerada como uma tarefa do dia-a-dia. O hábito diário fará você adquirir confiança.
8) - Quando se sentir confiante, inicie trajetos maiores ou que tenham subidas e uma maior quantidade de veículos.
9) - Não se assuste com os sintomas da ansiedade que se manifestarão no seu corpo: tremedeira, taquicardia, transpiração. Elas tenderão a diminuir.
10) - Dirija inicialmente para você. Não tente provar nada para os outros. Isto diminuirá as expectativas sobre você e baixará a ansiedade.
Autora: Neuza Corassa
Fonte: http://www.medos.com.br/medo-de-dirigir/
