sexta-feira, 16 de abril de 2010

Medo de Dirigir




Uma coisa tão simples e rotineira como pegar um carro, entrar, colocar o cinto, colocar na primeira e sair pela cidade dirigindo, para muitas pessoas é motivo de pânico e suar frio. Não há um número especifico, mas estima-se que metade das pessoas que são habilitadas tem medo de dirigir. E esse tal pânico ao volante pode ser causado por um acidente que a pessoa passou e a partir de então fica traumatizada e não pode nem chegar perto de um volante. Outras realizam as aulas teóricas de auto-escola, passam em todos os exames, mas na hora que pegam a carta em mãos não têm coragem de sair por ai dirigindo. Esse comportamento é mais normal que você imagina, fazendo com que muitas pessoas ainda passem por dificuldades de locomoção pelo simples de guiar o carro que está parado na sua garagem.

Veja algumas técnicas que você pode usar para vencer o tal medo ao volante.

Frequentemente realize exercícios de respiração, inspire e expire o ar com muita calma, isso ajudará você a lidar melhor com sua ansiedade. Praticar exercícios físicos também é uma boa, já que se exercitando seu corpo libera endorfina, neutralizando a noradrenalina, substância que é responsável pela tremedeira na hora de dirigir. Uma atividade ideal é a ioga. Outra coisa é trabalhar a concentração, sempre que você se imaginar dirigindo, pense que tudo está correndo bem e condicione a sua mente a sempre pensar em coisas boas quando o assunto é dirigir. Pois, assim você vai acabar se convencendo disso, que não há nenhum perigo em dirigir, desde que você tenha cuidado e atenção. Para você se conscientizar que você é que tem o controle na hora de dirigir, entre no carro ai mesmo na sua garagem e dê a partida, faça pequenas manobras ai mesmo, sem sair da garagem.

Assim você vai ver que o carro não pode sair do seu controle, pois é você quem está no comando. Já quando decidir sair a rua dirija apenas em lugares pouco movimentados e mais conhecidos por você. À medida que sua confiança e segurança virem crescendo, vá expandindo o seu trajeto para lugares de mais movimento.

Garanto que com essas dicas em mais ou menos tempo você vai estar por ai até subindo ladeiras.

Fonte: http://www.guiadicasgratis.com/como-superar-o-medo-de-dirigir/

É possível superar o medo de dirigir?




No Brasil, 70% dos que apresentam essa dificuldade são mulheres

Publicado em 20/11/2007

Segundo o Detran de São Paulo, entre motos e automóveis, a cidade de São Paulo ganha, por ano, 317.550 novos veículos. São mais de 820 veículos por dia que ganham as ruas. Em meio a motoboys, ônibus, caminhões, bicicletas e carros espremidos no caótico e precário tráfego na cidade de São Paulo, não é raro encontrar motoristas que declaram ter medo de dirigir pela cidade. São pessoas que relatam suor, tremedeira, taquicardia e até mesmo vontade de sair correndo, quando estão ao volante. Estima-se que para cada grupo de 100 indivíduos, seis têm medo de dirigir.

No Distrito Federal, segundo o Detran-DF, o medo de dirigir deixou de ser um problema particular do motorista e tornou-se causa de acidentes graves na região. Atenta ao problema, a Diretoria de Educação do Detran-DF, em parceria com clínicas psicológicas da cidade, criou o curso de Iniciação à Superação do Medo de Dirigir, que abriu sua primeira turma neste mês de setembro. As aulas são voltadas para motoristas com habilitação, mas que não têm coragem de dirigir; quem tenta e não consegue passar nas provas de habilitação ou quem nem mesmo consegue iniciar o processo de obtenção da carteira de motorista.

Os medos em relação ao carro mais freqüentes são o de tirar o carro da garagem, subir ladeiras, estacionar, atropelar alguém, bater o carro... Por fim, o indivíduo acaba evitando o carro, até mesmo deixando de comprá-lo, apresentando várias desculpas para não dirigir. O medo de dirigir é comum na maioria das pessoas e faz parte do dia-a-dia de muita gente. Está associado aos transtornos de ansiedade que acabam provocando limitações, baixa auto-estima e dependência de outras pessoas, dificultando o enfrentamento de situações cotidianas do indivíduo.

Por que o medo surge?

Dentre os fatores relacionados ao aparecimento do medo de dirigir estão acidentes graves ou leves; a falta de autonomia financeira, pois quem não tem condições de ter um carro pode ficar inseguro em dirigir o carro de outrem; uma sensação de mal estar em relação a lugares fechados, o que também pode ser estendido ao carro; um desconforto em relação a situações externas, como por exemplo, um assalto, um seqüestro relâmpago.

Porém, a maior causa que leva uma pessoa a ter medo de dirigir está relacionada ao seu próprio tipo de personalidade, pois, o ato de dirigir acaba expondo o indivíduo às criticas e observações de outros. Hoje em dia, dirigir um veículo se tornou uma necessidade e o não dirigir promove uma discriminação pelo grupo social familiar e profissional em que o indivíduo vive. Aprender a guiar um carro é mais uma etapa das diversas aprendizagens que podemos ter durante a vida. É uma conquista que também simboliza independência. É poder, por assim dizer, se locomover de uma maneira mais rápida, chegar e sair dos lugares, sozinho ou acompanhado.

É possível superar este medo?

Para cada caso é possível um tratamento. A solução pode ser a realização de mais aulas de direção para um maior aperfeiçoamento ao dirigir, como também pode passar por sessões de psicoterapia, com o intuito de compreender melhor os processos psíquicos individuais que levam cada um a ter uma reação de desconforto perante a situação de guiar um carro. É possível superar esta fobia, trabalhando os aspectos emocionais e práticos ao mesmo tempo, através do resgate da auto-estima, da redução da ansiedade, ressaltando os aspectos positivos da personalidade deste motorista, levando-o ao auto-conhecimento.

Para enfrentar o medo de dirigir, é preciso:
Assumir o sentimento de medo, não sentindo vergonha, pois, este é um problema comum que é possível ser resolvido;

Sentir motivação para querer dirigir, enfrentando o problema;

Persistir e treinar, não encarar o carro como algo estranho a você.



Você já teve medo de dirigir? Como superou?
Adriana de Araújo é Psicóloga clínica e hipnoterapeuta ericksoniana.
Para saber mais, acesse: www.curadaalma.com.br

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Medo de Dirigir




Você sabia que existem milhares de pessoas que tem carteira de motorista, um carro na garagem e não estão dirigindo por não se sentirem seguras? E que, alem destas, outras milhares de pessoas estão sofrendo nas auto-escolas tentando aprender a dirigir apesar da enorme ansiedade, ou tentando passar no exame de direção depois de varias tentativas frustradas e de muito nervosismo? E outras tantas que sequer cogitam a possibilidade de entrar na auto-escola por não acreditarem que possam aprender a dirigir com tranqüilidade e segurança? Pois este quadro é bem real e posso confirmá-lo através de pesquisas que fiz, alem de inúmeros clientes que recebi em meu consultório com esses tipos de problemas.

O público mais atingido é de pessoas (na maior parte mulheres) com mais de 30 anos de idade e uma hipótese que levantei é de que indivíduos nesta faixa etária geralmente só começam a dirigir na auto-escola e não tiveram contato com o carro quando eram mais jovens, época em que não se tem muitas responsabilidades.

Geralmente são pessoas responsáveis, corretas, inteligentes e que são bem sucedidas naquilo que fazem, se cobram demais e não se permitem errar, e geralmente vão aprender a dirigir não porque querem mas porque precisam, seja pra levar os filhos na escola, a mãe no médico, por pressão dos outros, etc.

Então elas entram na auto-escola para aprender a dirigir, e aí começa a dor de cabeça. Tenho percebido que o que acontece é que não há uma preocupação por parte da maioria destes estabelecimentos de ensino em averiguar que tipo de aluno estão recebendo, o que seria útil para poderem planejar uma metodologia de ensino adequada para cada um. Geralmente o que acontece é que o ensino é muito rápido, estressante, frustrante e é passado como verdade pra elas que todo mundo se torna motorista com apenas algumas poucas aulas de direção.

Muitos alunos vão para o exame de direção, totalmente despreparados técnica e emocionalmente tendo que enfrentar uma cobrança enorme por parte da banca examinadora que permite uma margem muito pequena de erros. Em mais da metade dos casos isso acaba com uma reprovação e mais frustração.

Finalmente, por causa da imensa garra e perseverança que essas pessoas tem, elas conseguem passar no exame e tiram a tão sonhada carteira de motorista. Pena que a alegria dura pouco. Para a maioria agora é que o problema realmente começa. Elas percebem que apesar de ter a carteira, ainda não se sentem seguras pata enfrentar o trânsito sozinhas. Por causa da cobrança e pressão dos outros ou de si próprias elas começam então a enfrentá-lo assim mesmo e acabam por bater o carro ou passar por situações de muito estresse e/ou constrangimento. Com o tempo vão arrumando desculpas para não dirigir e se afastam completamente do carro. Isso gera muita frustração.

Ações se fazem necessárias para minimizar esse quadro. Em minha opinião ajudaria muito se as auto-escolas se preocupassem em conhecer melhor quem é o aluno que chega, através de um levantamento de informações pertinentes para promover a elaboração de um plano de ensino para este aluno em particular aprender a dirigir. Penso que além de preparar o aluno para passar no exame de direção, ele deveria ser preparado para se sentir seguro e com autonomia para continuar praticando depois de tirar a carteira de motorista.

Procurei traçar neste artigo um quadro geral do que tenho percebido, não sendo minha intenção indicar culpados e sim chamar a atenção para esta realidade, oferecendo sugestões de mudança e propostas de atuação e desde já, coloco-me à disposição de qualquer pessoa, empresa ou entidade interessada em conhecer melhor o meu trabalho.

Se você, que está lendo este texto, conhece alguém que está com problemas para dirigir mostre-o para a pessoa, para que a mesma possa se contextualizar e perceber que o problema não é só dela, e também para seus amigos e familiares para que entendam a questão e possam ajudar também.

Fonte: http://www.artigonal.com/saude-artigos/medo-de-dirigir-1363190.html

O que falta na preparação do futuro condutor?




A notícia de que 6 em cada 10 candidatos a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação são reprovados no exame prático de direção é algo realmente assustador.

O que será que está faltando no processo de preparação destes candidatos? Alguns pontos de vista podem ser levantados: falta de preparo dos instrutores, tempo muito curto dos cursos teóricos e práticos, critérios inadequados de avaliação nos testes teóricos e práticos, falta de educação de trânsito a longo prazo, entre outros.

Na notícia acima, um dos fatores enfatizados para que este número de reprovações esteja tão alto é a falta de preparo dos instrutores. Podemos dizer que os cursos que preparam os instrutores são, em sua maioria, muito curtos e existem até cursos à distância. Se fizéssemos uma avaliação criteriosa a respeito de regras de circulação, direção defensiva e legislação de trânsito com os instrutores em geral, poderíamos descobrir que muitos não têm informações e nem condições de atuarem como instrutores. Ouço muitas críticas a respeito da sua qualidade profissional, mas não podemos generalizar. Será que o instrutor é o único responsável por esta situação de reprovação?

Se o aluno está reprovando é porque não está aprendendo. Por que ele não está aprendendo? Neste caso há fatores relacionados ao instrutor, ao aluno, às condições de trabalho, ao tempo dos cursos, etc.

Será que o instrutor está sendo preparado adequadamente para ensinar uma pessoa a ser motorista? Ser motorista é muito mais do que saber “guiar o carro para passar nos testes”, mas implica em responsabilidades que vão além dos cuidados com a própria vida.

O instrutor foi preparado para lidar com as questões psicológicas do aprendiz, tais como comportamento impulsivo, medo de dirigir, insegurança, ansiedade, agressividade?

Como o instrutor é visto pela sociedade, como está a valorização desta profissão? O que se quer são bons profissionais, mas desde que custem pouco. Que contradição!

O profissional que ensina a dirigir deve ser muito bem preparado, pois instruir não é tarefa fácil, precisa ser levada com a maior seriedade e considerar o trânsito violento que o Brasil possui.

Por isso acredito ser fundamental cursos mais longos e de qualidade, defendo a reciclagem para instrutores, cursos de aperfeiçoamento em diversas áreas para que os mesmos não fiquem “parados no tempo”, que sua prática não caia na rotina, que os instrutores mais novos possam desenvolver-se profissionalmente adquirindo gradativamente mais conhecimento.

Este desafio poderia ser assumido pelos Detran’s pois são as instituições mais envolvidas com as questões do trânsito, desenvolvendo projetos de prevenção de acidentes e de educação de trânsito. A formação de qualidade dos instrutores e dos motoristas é uma questão de urgência e deve ser encarada com muito mais seriedade pelos órgãos legislativos e executivos de trânsito.


Fonte: http://www.blogdotransito.com.br/?p=276

terça-feira, 13 de abril de 2010

Livre-se do medo de dirigir




10% dos motoristas no Brasil deixam o carro na garagem... Não por alguma súbita consciência ecológica, mas por medo de dirigir mesmo. Além de lidar com esta fobia, eles precisam enfrentar o preconceito de uma sociedade que tem orgulho em andar motorizada


POR AGUINALDO PETTINATI
FOTOS FERNANDO GARDINAL

Qual jovem nunca teve o sonho de liberdade de sair dirigindo um carro sem rumo? O automóvel, objeto de desejo para muitos e sinal de status e poder para outros tantos, também pode trazer consigo uma doença ainda vista com preconceito, a fobia de dirigir

A curitibana Neiva Maria Piloni, de 42 anos, tirou a carteira de motorista há 12, tinha um carro à disposição em sua garagem, mas conseguiu dirigi-lo apenas duas vezes. "No princípio não entendi o motivo, só queria afastar o veículo de mim", lembra.

Neiva apresentava todos os sintomas clássicos dessa fobia. "Quando me aproximava do carro, não sentia mais meu corpo, suava e tremia. Um dia, vi o carro crescer à minha frente, como se fosse um monstro", conta.

Ela e sua família eram as principais prejudicadas. "Levava minhas filhas para a escola a pé, de ônibus ou de táxi, e, à noite, me preocupava se no dia seguinte iria chover". Só após quatro anos, ela descobriu que o temor que sentia era uma doença.

E buscou ajuda. Aos poucos, por meio de consultas semanais e um processo de relaxamento com uma psicóloga, Neiva se livrou do medo.

"Hoje sou outra pessoa e enfrento qualquer situação com o meu automóvel", comemora a curitibana.

Medo, fobia ou pânico?

O medo controlado cria barreiras para nossas atitudes e nos protege de várias situações. Em excesso, ele vira uma doença. De acordo com Miguel Roberto Jorge, professor associado e chefe da disciplina de Psiquiatria Clínica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o medo é uma manifestação normal diante de situações que são ameaçadoras para as pessoas.

Já o pânico corresponde à situação em que a pessoa se sente muito aflita ou desesperada diante de algo. "Em psiquiatria, este estado emocional se refere a um conjunto de sinais e sintomas, como intensa ansiedade, tremores, sudorese, palpitações, medo de morrer ou de perder o controle - situação esta, aliás, que pode ocorrer sem causa aparente ou diante de um fato estressante e que dura alguns minutos", conta o médico. Estas condições, habitualmente, são reconhecidas como diferentes transtornos de ansiedade, e as causas podem estar associadas a uma predisposição genética ou a experiências de vida e comportamentos aprendidos.

Porém, nem todo medo é fóbico. "Se uma pessoa apresenta fobia de dirigir, provavelmente ela já possuía, anteriormente ao quadro, algumas características de personalidade que incluem o fato de sempre ter sido uma pessoa medrosa e que, a partir de uma má experiência em um carro (um acidente, por exemplo), pode passar a ter um medo exagerado e a não querer mais dirigir", avalia o professor Miguel Jorge (Unifesp).

Além disso, "o maior sofrimento da maioria está mesmo no medo de errar e atrapalhar o trânsito", diz a psicóloga Neuza Corassa. As pessoas que sofrem desse mal têm dificuldades em se expor publicamente; errar na frente dos outros; ser criticada; passar por testes e ser ridicularizada.

Para piorar, é mais difícil de serem tratadas. "Quem sofre algum trauma se recupera mais rapidamente, porque a imagem do carro não fica distorcida. Já quem tem fobia, costuma ficar paralisado. A avalanche de adrenalina faz com que a pessoa não raciocine", explica a psicóloga Neuza Corassa.

A especialista Cecília Bellina ainda alerta: "os fatores externos também podem agravar o quadro.

"O trânsito agressivo e mal-educado pode influenciar, assim como a aprendizagem rápida nas autoescolas, em apenas 15 aulas", diz.

TESTE E CONFIRA SE VOCÊ TEM FOBIA

O questionário foi elaborado pela perita examinadora de trânsito e psicóloga Jucelaine Vegh, que trabalha em parceria com diversas autoescolas de São Paulo. Caso a sua resposta seja 'sim', para pelo menos três questões abaixo, procure ajuda especializada para voltar a dirigir.

1 - Você tem medo mesmo antes de sair com o carro?
2 - Sofre de angústia antecipada? (Por exemplo, fica angustiada à noite, se vai dirigir pela manhã?
3 - Tem insônia por causa do dever de dirigir?
4 - Apresenta tremor e sudorese ao entrar ou pensar no carro para dirigir?
5 - Ao pensar em dirigir você chora e tem dor de barriga?
6 - Pensa que o carro tem vida própria?
7 - Possui medo de lidar com o carro?
8 - Dá desculpas para protelar o ato de dirigir?






Fonte:
http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/44/artigo46851-1.asp

http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/44/artigo46851-2.asp

quinta-feira, 25 de março de 2010

Medo de Dirigir (Marcia Pontes)

10 dicas práticas para você vencer o medo de dirigir (Neuza Corassa)




1) - Procure trabalhar sua respiração. O ansioso respira muito rápido e curto - apenas com o tórax e não da forma correta envolvendo também o abdômen. De boca fechada, inspire lentamente pelo nariz e vá sentindo o ar chegar até os seus pulmões. Depois expire devagar pela boca.

2) - Faça algum tipo de atividade física ou relaxamento muscular, para produzir endorfinas que irão neutralizar a química da ansiedade noradrenalina.

3) - Inicie uma aproximação com o carro dentro da garagem. Entre, ajuste o banco, sinta o espaço interno, ligue e desligue o carro.

4) - Ainda dentro da garagem, ligue o carro e faça pequenos movimentos para frente e para trás.

5) - De voltas no quarteirão em horários sem movimento. Procure ruas tranqüilas e que não tenham crianças.

6) - No começo, escolha um ou dois trajetos. Isto evitará ansiedade.

7) - Marque em sua agenda, pelo menos duas vezes por semana para praticar o exercício de dirigir. Esta prática deve ser considerada como uma tarefa do dia-a-dia. O hábito diário fará você adquirir confiança.

8) - Quando se sentir confiante, inicie trajetos maiores ou que tenham subidas e uma maior quantidade de veículos.

9) - Não se assuste com os sintomas da ansiedade que se manifestarão no seu corpo: tremedeira, taquicardia, transpiração. Elas tenderão a diminuir.

10) - Dirija inicialmente para você. Não tente provar nada para os outros. Isto diminuirá as expectativas sobre você e baixará a ansiedade.

Autora: Neuza Corassa

Fonte: http://www.medos.com.br/medo-de-dirigir/

domingo, 21 de março de 2010

Como Dirigir Sem Medo (Denise Campos Roque - Psicopedagoga)




Este curso se destina a todos aqueles que têm habilitação, mas se sentem limitados para dirigir.

Por algum motivo não ficam tranqüilos, sentem medo, bloqueio ou simplesmente lhes faltam à coragem, o impulso inicial para se superar.

Dirigir atualmente atormenta algumas pessoas que sentem fobia, calafrios e ficam muito tensos. Se não fosse a falta de respeito e de paciência dos motoristas com quem ainda não tem a destreza natural e mecânica da direção, não teríamos tanta fobia.

Você pode superar trabalhando a sua mente para enfrentar seu medo e ocupar o seu lugar no trânsito.

Acredite em você, entre no carro, respire fundo, vá com calma. O medo pode ser uma ferramenta para te impulsionar visto do lado positivo.

Não se cobre muito, em ser perfeito.

Dirigir atualmente atormenta algumas pessoas que sentem fobia, calafrios e ficam muito tensos.

Se não fosse a falta de respeito e de paciência dos motoristas com quem ainda não tem a destreza natural e mecânica da direção, não teríamos tanta fobia.

Você pode superar trabalhando a sua mente para enfrentar seu medo e ocupar o seu lugar no trânsito.

Acredite em você, entre no carro, respire fundo, vá com calma.

O medo pode ser uma ferramenta para te impulsionar visto do lado positivo.

Não se cobre muito, em ser perfeito.

Autora: Denise Campos Roque - Psicopedagoga