
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Pânico: Como superar os medos, as fobias e a ansiedade

sexta-feira, 24 de junho de 2011
Superação (Denise Campos Roque)
quarta-feira, 18 de maio de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Dica Importante (Denise Roque)
Lei do Caminhão de Lixo (Conto)

Um dia peguei um taxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente. O taxista pisou no freio, deslizou e evitou o choque por um triz! O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós nervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável. Indignado lhe perguntei: 'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!' Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo."
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Não tome isso pessoalmente. Isto não é problema seu! Apenas sorria, acene, deseje-lhes o bem, e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho, em casa, ou nas ruas. Fique tranqüilo, respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.
O princípio disso é que pessoas felizes não deixam os caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta, não leve lixo. Limpe os sentimentos ruins, aborrecimentos do trabalho, picuinhas pessoais, ódio e frustrações. Ame as pessoas que te tratam bem. E trate bem as que não o fazem.
A vida é 10% o que você faz dela e 90% é a maneira como você a recebe! Viva bem!
Autor Desconhecido
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
A Idade e a Mudança (Lya Luft)
Não existe idade. Devemos ter coragem para mudar o nosso comportamento.
Decidir, mudar, te leva a satisfação e ao rejuvenescimento. Coragem para mudar, disposição para encarar, DIRIGIR para se realizar!
O ápice da emoção, o medo da decisão, para depois sentir a calma da recompensa, a vitória no coração!
Denise Campos Roque - Psicopedagoga
***

Mês passado participei de um evento sobre as mulheres no mundo contemporâneo. Era um bate-papo com uma platéia composta de umas 250 mulheres de todas as raças, credos e idades.
E por falar em idade, lá pelas tantas, fui questionada sobre a minha e, como não me envergonho dela, respondi.
Foi um momento inesquecível... A platéia inteira fez um 'oooohh' de descrédito.
Aí fiquei pensando: 'pô, estou neste auditório há quase uma hora exibindo minha inteligência, e a única coisa que provocou uma reação calorosa da mulherada foi o fato de eu não aparentar a idade que tenho? Onde é que nós estamos?'
Onde não sei, mas estamos correndo atrás de algo caquético chamado 'juventude eterna'. Estão todos em busca da reversão do tempo. Acho ótimo, porque decrepitude também não é meu sonho de consumo, mas cirurgias estéticas não dão conta desse assunto sozinhas. Há um outro truque que faz com que continuemos a ser chamadas de senhoritas mesmo em idade avançada. A fonte da juventude chama-se "mudança".
De fato, quem é escravo da repetição está condenado a virar cadáver antes da hora. A única maneira de ser idoso sem envelhecer é não se opor a novos comportamentos, é ter disposição para guinadas. Eu pretendo morrer jovem aos 120 anos.
Mudança, o que vem a ser tal coisa? Minha mãe recentemente mudou do apartamento enorme em que morou a vida toda para um bem menorzinho. Teve que vender e doar mais da metade dos móveis e tranqueiras, que havia guardado e, mesmo tendo feito isso com certa dor, ao conquistar uma vida mais compacta e simplificada, rejuvenesceu.
Uma amiga casada há 38 anos cansou das galinhagens do marido e o mandou passear, sem temer ficar sozinha aos 65 anos. Rejuvenesceu.
Uma outra cansou da pauleira urbana e trocou um baita emprego por um não tão bom, só que em Florianópolis, onde ela vai à praia sempre que tem sol. Rejuvenesceu.
Toda mudança cobra um alto preço emocional. Antes de se tomar uma decisão difícil, e durante a tomada, chora-se muito, os questionamentos são inúmeros, a vida se desestabiliza. Mas então chega o depois, a coisa feita, e aí a recompensa fica escancarada na face.
Mudanças fazem milagres por nossos olhos, e é no olhar que se percebe a tal juventude eterna. Um olhar opaco pode ser puxado e repuxado por um cirurgião a ponto de as rugas sumirem, só que continuará opaco porque não existe plástica que resgate seu brilho.
Quem dá brilho ao olhar é a vida que a gente optou por levar.
Olhe-se no espelho...
Autoria : Lya Luft
Postura (Denise Campos Roque - Psicopedagoga)

Acho que o motivo muitas vezes está ligado à postura dos examinadores.
Alguns deles não sabem se portar e com isso deixam os alunos apavorados.
Cada um age de um jeito e nunca se sabe o que vai encontrar pela frente. Os alunos rezam para encontrar examinadores coerentes, justos, bem humorados e que não sejam críticos.
Às vezes, enquanto o aluno sua para não cometer erros, eles riem, comentam o procedimento durante o exame criando um clima crítico por saberem da insegurança de quem está sendo avaliado.
Não existe padrão de avaliação dos examinadores. Uns são legais, outros críticos, outros sem educação, cara fechada, riso estrondoso...
Deveriam ter um padrão de postura para não parecer que estão favorecendo uns e prejudicando outros.
Deveriam se treinados para saber agir e deixar as pessoas mais tranquilas.
Sabemos que são seres humanos com as suas características pessoais, mas um padrão de comportamento com treinamento é possível melhorar sim!
Autora: Denise Campos Roque - Psicopedagoga
Reprovação nos Exames de Rua e Legislação é Maior em Minas Gerais

Na prova teórica, desempenho de candidatos do Estado é ainda pior. A aprovação de pelo menos 60% dos alunos passou a ser pré-requisito para que as autoescolas consigam renovar o credenciamento junto ao Detran.
Fonte: O Tempo Online - 16/9/2010
Dados divulgados pelo Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran-MG) mostram que as autoescolas terão grande dificuldade de cumprir a meta de aprovar o mínimo de 60% dos alunos nos exames de direção e legislação. Nada menos que 58% dos candidatos foram reprovados no teste de direção em 2009. O número é alto se comparado às estatísticas de Estados vizinhos, no mesmo período. No Espírito Santo, por exemplo, 45% dos candidatos foram reprovados nas provas de rua, enquanto no Rio de Janeiro o índice é ainda menor: 42,5%.
No exame teórico (prova de legislação), a reprovação em Minas em 2009 foi quase o dobro da registrada no Espírito Santo, sendo 41% e 22%, respectivamente. O Rio de Janeiro não informou os dados.
A aprovação de pelo menos 60% dos alunos passou a ser pré-requisito para que as autoescolas consigam renovar o credenciamento junto ao Detran. Ontem, após reunião com o Sindicato dos Proprietários de Centro de Formação de Condutores de Minas Gerais (Sipro-CFC-MG), o delegado Anderson França, do Detran-MG, disse que a melhor saída para o problema é a diminuição da meta.
Porém, caso a proposta não seja aceita pelo Denatran, outra solução apontada por ele seria o aumento da carga horária mínima nas aulas de direção (atualmente são exigidas 20 horas/aula para que o candidato possa realizar o exame de rua).
"Ou se diminui a meta ou se aumentam as aulas de direção. O que não dá é para aceitar a situação como está. As autoescolas não vão conseguir atingir os 60%", disse o delegado, que em novembro terá uma reunião com técnicos do Denatran, em Brasília, quando apresentará a proposta.
O presidente do Sipro-CFC-MG, Rodrigo Fabiano da Silva, disse que as causas do alto índice de reprovação em Minas são a defasagem na metodologia do processo de tirar a carteira e a rigidez dos examinadores. Aliado a isso, ele aponta as atitudes corruptas de alguns profissionais envolvidos no processo de concessão de habilitação também como fator de reprovação. "Tinham que reformular todo o processo de habilitação e não cobrar das autoescolas metas impossíveis", afirmou.
Postura de fiscais incomoda
A sargento da Aeronáutica Gisele Santos Fonseca, 24, precisou se submeter a dois exames de direção para conseguir tirar a carteira de motorista, após uma reprovação. Em ambos, ficou nervosa, o que “atrapalhou um pouco”. Porém, a postura dos examinadores na primeira prova foi determinante para o resultado negativo, segundo a jovem.
“Achei que os examinadores me pressionaram muito durante o exame. Eles comentavam tudo o que eu fazia, o que me deixou mais nervosa ainda. Eles foram altamente críticos comigo dentro do carro e acredito que isso foi para me prejudicar”, contou.
Para Gisele, deveria haver um padrão na postura desses profissionais com os candidatos. “Não existe um padrão de avaliação dos examinadores. Uns são legais, outros são sem educação e muito críticos. Eles deveriam ter o mesmo padrão de postura para não parecer que estão favorecendo uns e prejudicando outros”, sugere.
A dona de casa Adriana Ferreira, 25, que também passou apenas no segundo exame, disse que se sentiu intimidada pelos examinadores no segundo exame. “Apesar de eu ter passado, fiquei receosa com os examinadores. Eles quase não me olharam na cara e não conversaram comigo. Eram muito sérios”, disse.
Fonte: http://www.ultimasnoticias.inf.br/?pg=8&id_busca=11645
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Passar no Exame de Motorista (Denise Campos Roque)

Quando você faz o exame para obter a sua CNH e passa por todo o processo, prova escrita e prática não significa que já está dominando a direção. Isso leva a uma cobrança pessoal, achando que de um momento para o outro terá toda a experiência exigida.
Não é bem assim! Com a CNH nas mãos te possibilita treinar com mais tranquilidade, ela te dá toda a iniciação e liberdade para saber como agir, quando o carro morrer, regras de trânsito, olhar nos retrovisores e muito mais. O Importante é ter a consciência a sua limitação e saber que vai melhorar a cada dia! Persistir, treinar, treinar e treinar...
Só o tempo te dará a firmeza que busca, sabendo que ela vem de dentro de você, de não desistir nunca!
Somos humanos e cometemos erros e para isso não acontecer devemos estar sempre atentos para minimizar tais possibilidades.
E caso aconteçam, corrigir os erros para que não aconteçam mais, enfrentar e acreditar.
Autora: Denise Roque - Psicopedagoga
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Carona profissional nunca mais
Carona profissional nunca mais
Somente aos 40 anos, Jonny Damasceno enfrentou seu medo do volante. Ele conta como venceu uma neurose que lhe impedia de dirigir
Bia Amorim, iG Rio de Janeiro | 19/08/2010 10:30
Ele se considerava o carona profissional. Depois de bater o carro de um amigo aos 18 anos, na saída de uma balada, o gestor de Tecnologia da Informação Jonny Damasceno ficou se questionando se dirigir era mesmo tarefa para ele. Ficou muito tempo com a carteira no bolso e o carro na garagem. Com quase 40 anos e esta “falha” no currículo, tomou coragem para mudar a situação. “Eu era um cara bem-sucedido profissionalmente, mas não conseguia me sentir bem ao volante e isso me incomodava. Não existia aquele grande desafio na vida a ser superado, que não fosse esse. Então achei que era hora de mudar.” A decisão o levou a procurar a clínica-escola Cecília Bellina. Dez meses depois o tal carona deu lugar a um seguro motorista, dono de uma EcoSport. “Sei que demorei para terminar o curso, mas o mais legal do método é o respeito ao tempo de cada aluno”, contou. E foi lá, na filial da Tijuca, zona norte do Rio, que ele deu a entrevista a seguir:
Aprovado no curso, o gestor de TI Jonny Damasceno brinca com o instrutor pedagógico Willian Queiroz, que o ajudou a perder o medo do trânsito
iG: Como você acha que surgiu o medo de dirigir?
Jonny: Na adolescência, a turma do bairro tinha o sonho de tirar carteira e ter seu próprio carro. Na minha época era muito fácil ter uma habilitação, mas não tive condições de comprar o meu. A primeira vez que peguei o carro de um amigo bati e rolou um trauma. Fiquei me perguntando se não era para ficar no banco do carona. O carro foi ficando em segundo plano, principalmente quando as minhas irmãs começaram a tirar carteira e dirigir para mim.
iG: As mulheres dirigiam para você?
Jonny: Sim, minhas irmãs e até as namoradas, que sempre tiveram carro. Com 27 anos me casei e a minha mulher passou a guiar o carro para mim. Virei o carona eterno e para mim era o melhor dos mundos. Só quando me separei, dois anos depois, é que comecei a sentir falta de dirigir. Com 38 anos apenas é que tomei coragem e comprei o meu primeiro carro. Não dirigia porque não tinha prática, mas achava na minha cabeça que a hora que eu quisesse era só sentar e sair dirigindo.
iG: Você se aventurou a dirigir esse carro alguma vez?
Jonny: Sentava no carro e andava um pouquinho e já sentia o maior desconforto. Começava a suar e tinha taquicardia. Meu medo sempre foi o de machucar alguém, não era o de bater com o carro. Mas bati com esse também, foi traumático e decidi que não queria mais.
Jonny tirou a Carteira Nacional de Habilitação aos 18 anos, mas só aos 40 tomou coragem e enfrentou de vez a fobia ao volante
iG: E nesse tempo todo você não sofreu preconceito?
Jonny: Costumo dizer que o que é bom a gente mostra e o que é ruim, esconde. Quando alguém me perguntava se eu dirigia, eu mostrava a minha habilitação. Eu dizia que preferia ser carona e nos últimos tempos estava botando a desculpa na Lei Seca, um artifício para me proteger e não ficar por baixo.
iG: Quando a história começou a mudar?
Jonny: Quando fiz 40 anos me bateu aquela coisa de estar para completar uma idade emblemática e ter esse desafio pela frente. Às vezes estava em casa no final de semana e não tinha a chance de pegar o carro e passear, sair por aí, como todo mundo faz. Minha rotina era esticar o dedo e pegar o táxi. Minha mãe me mostrou um recorte de jornal falando da clínica-escola Cecília Bellina, mas não acreditei que pudesse dar certo porque é difícil admitir o medo. Essa coisa de psicólogo, de precisar contar os meus problemas para alguém que não conheço e assim resolver a questão nunca me pareceu uma solução cabível. É muito mais fácil a mulher buscar por essa ajuda porque tem um lado mais sensível, de se abrir, homem não: vai para o bar, enche a cara e desabafa com amigo.
iG: Como foi o processo?
Jonny: Cheguei cético. Fiz o treino prático, o processo de adaptação com carro, que é bem bacana. Porque na auto-escola comum os instrutores não estão nem aí para você, só te ensinam a malandragem de olhar para os cones para fazer a prova. Fiz a terapia de grupo, com certa reticência, até aceitar. Tentei me boicotar, mas percebi que ou enfrentava a questão ou dormia com o fato de que dirigir não era para mim. O homem tem em si seu pior e maior inimigo, se você coloca na sua cabeça que não consegue, não tem ninguém que vá fazer o contrário. Usei o slogan da campanha do Obama: “Yes, We Can”. Demorei 10 meses, mas consegui ter a naturalidade para dirigir com segurança.
Jonny mostra, orgulhoso, a foto do dia da conclusão do curso, que durou 10 meses, no "Mural da Vitória" onde alunos registram seus êxitos
iG: Durante o aprendizado percebeu alguma característica diferente em você?
Jonny: No grupo em que eu estava, a gente percebeu que a maior característica que nos unia era a visão muito perfeccionista da vida. O meu grupo era formado por pessoas de nível, com bons empregos, boa situação financeira, todos bem relacionados e que gostavam de tudo tão perfeito que não se viam na posição de serem prejulgados por outras pessoas na rua. Pensava que se fizesse alguma besteira, alguém ia cravar a mão na buzina e ficar falando de mim o resto do dia. Uma falha demonstrada no trânsito para mim era como dizer que eu era incompetente.
iG: E agora, como se sente?
Jonny: Hoje a minha vida mudou da água para o vinho. Quando entrei aqui, meu carro estava com a minha irmã. No meio do curso disse para ela: perdeu! Eu fiquei tão feliz, que decidi comprar um carro novo. Já fiz algumas pequenas viagens e estou planejando ir com a família do Rio para a Bahia dirigindo. Agora não é mais uma questão de medo, mas de tempo para colocar o sonho em prática.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/carona+profissional+nunca+mais/n1237752466668.html

